O Eco da Graduação
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<p>Nossa revista é uma publicação destinada especialmente à jovens pesquisadores. O objetivo é fornecer um meio para a publicação de trabalhos oriundos de pesquisa de iniciação científica, monografias, dissertações de mestrado e teses de doutorado.</p> <p>Nosso ISSN eletrônico é 2525-6750. A Revista possui classificação Qualis B3 da Capes, para o quadriênio 2021-2024 de periódicos. </p>pt-BRO Eco da Graduação2525-6750Crises, Stabilizations, and Reforms: An Analysis of Structural Breaks in Latin American Economies (1950–2000)
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<p>This paper identifies major structural breaks in the macroeconomic trajectories of Argentina, Brazil, Chile, and Mexico between 1950 and 2000. Using real GDP and capital stock data from Penn World Table 10.01, it applies the Bai and Perron (2003) methodology, which endogenously detects multiple breakpoints in time series. The results reveal shared turning points—especially in the early 1980s, amid the debt crisis and rising U.S. interest rates—but also highlight the role of domestic factors such as political transitions and institutional reforms. By combining consistent macroeconomic indicators with a robust econometric approach, the study offers a comparative historical perspective on how global shocks and national shifts jointly shaped Latin America’s economic path.</p>Samuel Ceccon
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2026-04-142026-04-14102MUDANÇAS CLIMÁTICAS E TEORIA DO INCENTIVO
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<p>Este trabalho investiga os desafios da cooperação internacional frente às mudanças <br>climáticas a partir da ótica da teoria dos incentivos e do desenho de mecanismos. A <br>análise parte da literatura sobre bens públicos globais e acordos ambientais <br>internacionais, destacando contribuições de autores como Arrow e Fisher (1974), <br>Krautkraemer (1985), Barrett (1992, 1994), Carraro e Siniscalco (1993), Helm (2003), <br>Helm e Wirl (2011), entre outros. A monografia revisita o modelo de Martimort e Sand<br>Zantman (2013), propondo uma modificação que incorpora externalidades positivas <br>locais associadas ao esforço de mitigação, tais como benefícios tecnológicos, sociais <br>e políticos. Demonstra-se que a inclusão dessa variável amplia o bem-estar tanto no <br>cenário de first-best quanto no de ausência de coordenação (business as usual), <br>reduzindo o risco de free-riding. Além disso, examinam-se dois mecanismos <br>alternativos: (i) um sistema de comércio de permissões de emissão, cujas limitações <br>são analisadas sob informação assimétrica; e (ii) um menu de dois tipos, que busca <br>compatibilizar incentivos e ampliar a participação de países heterogêneos. Os <br>resultados sugerem que mecanismos simples podem induzir maior cooperação <br>internacional quando desenhados de modo a considerar as externalidades positivas <br>locais, ainda que subsídios inferiores ao nível pigouviano ótimo sejam necessários <br>para garantir adesão. Conclui-se, portanto, que a inclusão dessas externalidades <br>confere maior otimismo às perspectivas de mecanismos autoexecutáveis no <br>enfrentamento das mudanças climáticas.</p>Caio Antunes Costa Monteiro Chaves
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2026-04-142026-04-14102Arquitetura do Atraso
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<p>Este artigo, inspirado pelas três primeiras partes da obra Formação Econômica do Brasil, de Celso Furtado, visa responder de que forma a desigualdade foi impulsionada no Brasil a partir da colonização portuguesa. Para atingir esse objetivo, trabalho com a hipótese, muito difundida pela literatura de história econômica, de que as instituições estabelecidas no início de um processo colonial importam para o desenvolvimento de uma colônia ao longo do tempo. Nesse contexto, o artigo busca ressaltar algumas das principais convergências entre Furtado e um grupo de autores institucionalistas, especialmente norteamericanos, para fundamentar as bases de criação de desigualdade no Brasil Colônia. Essa análise também é fortemente inspirada pela bibliografia e o quadro avaliativa presente na disciplina Formação Econômica do Brasil, ofertada pela Universidade de Brasília enquanto componente obrigatório para a graduação em Relações Internacionais. A metodologia predominante foi a revisão bibliográfica, principalmente a partir dos escritos de Furtado, bem como mediante a seleção de outros autores capazes de contribuir para as reflexões críticas sobre a desigualdade e a formação de instituições. Os resultados demonstraram correlações notórias entre as linhas de pensamento citadas, com pequenas divergências exploradas quando necessário.</p>Luca Reis Ferreira
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2026-04-142026-04-14102Usina Integrada de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos: Estudo de Viabilidade Financeira para o Consórcio Municipal de Comares
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<p><span data-contrast="none">Este artigo analisa a reestruturação do projeto do Consórcio Municipal para Aterro de Resíduos Sólidos (Comares), reconfigurado em uma usina de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), com a introdução da produção de biogás e biometano, além da incineração de rejeitos convertidos em energia elétrica. O estudo adota projeções prospectivas - otimista, intermediário e pessimista – considerando as incertezas técnicas e operacionais presentes em projetos dessa natureza. Os resultados indicam que a reciclagem e a produção de composto combinadas à geração de biogás ou biometano, não sendo viável a produção de ambos simultaneamente, configuram-se como a solução de maior viabilidade financeira no contexto da usina. Entretanto, a incineração dos rejeitos mostra-se inviável devido ao alto custo. Conclui-se que</span><span data-contrast="auto"> a reestruturação do projeto do Consórcio Municipal para Aterro de Resíduos Sólidos (Comares) em uma usina integrada de tratamento de resíduos sólidos possui potencial significativo para conciliar viabilidade financeira, sustentabilidade e benefícios sociais. </span><span data-ccp-props="{"134233118":false,"201341983":0,"335551550":6,"335551620":6,"335559731":0,"335559739":0,"335559740":240}"> </span></p>Isadora FonteneleJulia Soares Sarah SouzaTamily BritoPedro Henrique Zuchi
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2026-04-142026-04-14102